Recentemente uma instituição do Rio Grande do Sul assumiu a diretoria do Incor-DF, a partir de um convênio realizado entre o Ministério da Saúde, da Defesa, Governo do Distrito Federal, Senado e Câmara federais. A gestão passou para a Fundação Universitária de Cardiologia (FUC), instituição com 42 anos de experiência, substituindo a Fundação Zerbini, de São Paulo. Agora, o hospital passa a se chamar Instituto Cardiológico de Brasília.
A saída foi estratégia para que o ex-Incor-DF não fechasse as portas devido a problemas financeiros. Altamente especializada nas complexas atividades da Cardiologia, a entidade é uma das mais importantes na região. Só para se ter uma idéia, a meta é chegar ao final do ano com a realização média de cem cirurgias cardíacas por mês.
O objetivo da FUC é implantar em Brasília um modelo semelhante ao que existe em Porto Alegre (RS), baseado no ensino, na pesquisa e na boa assistência médica. De acordo com seu presidente, visa o aumento do número de pacientes atendidos, sempre mantendo o princípio da assistência para todos, independentemente da condição social.
Trabalho parecido tem sido realizado pela Prefeitura de São Paulo, que tem parceiros como o Albert Einstein e o Sírio-Libanês.
Graças ao convênio com o Sírio, por exemplo, o Hospital Menino Jesus, que pertence à rede municipal, acaba de inaugurar um novo centro cirúrgico, com equipamentos de ponta, inclusive para a realização de transplantes em crianças. O assunto é tema de reportagem especial deste mês da revista.
Se não - no atual momento da saúde brasileira - imprescindíveis, estas parceiras são uma saída interessante, importante e fundamental para uma maior profissionalização da saúde pública, bem como para sua manutenção. Que continuem dando frutos.
Boa leitura!
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Sistema de aquecimento para pacientes: Desenvolvido para prevenir a hipotermia, o equipamento é apropriado para recuperação pós-anestésica e resgate. Medicalway, pág. 12.