Busca Ajuda
usuário
senha
Novo Usuário
Esqueceu sua senha
 Home
Cotação Gratuita
  O que é?
  Minhas Cotações
  Fazer Cotação
Agenda
  Calendário de Eventos
Fórum de Discussão
  O que é?
  Entrar nas Salas
ConsultaFácil
  Fazer Consulta
  Minha Consulta
  Índice Anual
Notícias
  Atualidade
  Meio Hospitalar
  Medicamentos
  Envio de Notícias
Revista on-line
Edições
  Atual
  Anteriores
Seções
  Editorial
  Espaço Aberto
  Índice de Anunciantes
  Índice de Produtos
  Suplemento Online
  Literatura Técnica
Central de Apoio
  Atualizar assinatura
  Assinar
  Publicação Gratuita
Serviços
  Links
  Procurar DDD
Conversores
  Unidades de Medida
  Moeda
Quem Somos
  Editora ESS
  Fale conosco
VIP
  Folhear Edição
  Editorial
  Índice de Produtos
 Atualidades
07/07/2009
Ministro defende fortalecimento da indústria de saúde


Novas medidas de incentivo, como projetos de lei, estão sendo finalizadas para impulsionar ainda mais o complexo industrial brasileiro

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, voltou a defender nesta segunda-feira (6), em São Paulo, o fortalecimento da capacidade nacional de produção do Complexo Industrial da Saúde como medida para reduzir a dependência do conhecimento estrangeiro, para desenvolvimento econômico, para garantir atendimento à população e gerar economia à rede pública.

"A idéia é atrair empresas para o Brasil usando o nosso mercado cada vez maior, o poder de compra do estado e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) como grande financiador, para que a gente possa estar produzindo aqui no Brasil", afirmou o ministro Temporão, durante o 63º Fórum de Debates do Projeto Brasil: "A Universalização da Saúde: o Papel do Estado e do Setor Privado". Atualmente, o Ministério da Saúde importa US$ 8 bilhões por ano em medicamentos, equipamentos e insumos e exporta apenas US$ 2 bilhões. Para reduzir esse déficit, Temporão adiantou que o Grupo Executivo Intergovernamental do Complexo Industrial da Saúde, coordenado pelo MS, finaliza uma série de medidas de impacto, como projetos de lei e iniciativas de políticas de estado. "As novas medidas usam basicamente o poder de compra do estado como suporte para expansão da capacidade produtiva nacional e colocando pesquisa e desenvolvimento na agenda estratégica da saúde", destacou.

Em abril deste ano, o ministro anunciou nove parcerias entre sete laboratórios públicos e 10 empresas privadas para a produção de 24 fármacos a serem utilizados por pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os 24 fármacos, estão incluídos produtos indicados para o tratamento de Aids, tuberculose, asma e hemofilia, para a redução de colesterol, imunossupressores (transplantes), antipsicóticos e contraceptivos de última geração.

As parcerias confirmam o potencial do Brasil para atrair investimentos nessa área. Estima-se uma economia média de R$ 160 milhões por ano com as novas parcerias. "O Brasil não quer ser apenas o comprador de pacotes fechados. Nós queremos fazer parcerias, utilizando o nosso mercado, procurando reduzir o déficit da balança comercial", ressaltou o ministro.

O Ministério da Saúde também listou produtos estratégicos para o SUS que terão a produção incentivada no Brasil (Portaria 978/2008). Entre eles, estão medicamentos antirretrovirais, vacinas, soros, hemoderivados e equipamentos como mamógrafos. As ações buscam elevar investimentos em inovação na cadeia farmacêutica, incentivar as exportações, fortalecer laboratórios públicos e a cadeia produtiva nacional.

"A saúde deve ser vista como uma janela de oportunidades. Primeiro pela dimensão do mercado nacional; segundo porque o Brasil tem uma tradição produtiva dentro da América Latina, além da estrutura Números de Econimia em Saúde:

  • O setor saúde representa 8% do PIB e movimenta anualmente R$ 160 bilhões.
  • Cerca de 10% da população brasileira ativa possui vínculos empregatícios formais com o setor.
  • Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento são os mais expressivos do país.
  • No caso brasileiro, o mercado farmacêutico é de R$ 28 bilhões, apresentando altas taxas de crescimento anual, situando-se entre os 10 maiores do mundo.
  • Para o setor de produtos médicos no Brasil, o faturamento é de cerca de R$ 8 bilhões, com predominância de empresas de pequeno e médio porte, apresentando uma estrutura empresarial fragmentada.
  • Na área de equipamentos, o governo representa quase 50% do mercado; em vacinas, mais de 90%; e em medicamentos, cerca de 25%.
  • Em 2003, o gasto direto com produtos e insumos industriais representava cerca de 7% dos recursos de saúde. Em 2006, esse comprometimento chegou a um patamar de 15%.
  • Se acrescentados os gastos embutidos em serviços hospitalares e ambulatoriais realizados nos estados e municípios, pode-se estimar que o gasto com bens industriais em saúde atinge cerca de 25% do dispêndio nacional em saúde, público e privado, representando em torno de R$ 40 bilhões.

>Nova Central do Samu: Ainda nesta segunda-feira à tarde, o ministro visitou a nova Central de Regulação do SAMU São Paulo, que passará a atender em setembro mais 11 milhões de habitantes. A nova Central conta com R$ 1,5 milhão mensal de custeio do Ministério da Saúde - é o equivalente a R$ 18,5 milhões por ano. Atualmente, o estado de São Paulo conta com 31 Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu/192) habilitados (sendo 6 regionais e 25 municipais).


Fonte: Agência Saúde

Enviar por email Envie esta notícia
para um amigo
Enviar por email Antes de Imprimir,
pense em nossa
responsabilidade com
o meio ambiente
Vai para a Menu de Notícias
Cotação On-line
Outras Notícias
01/09/2010
Brasil assume presidência de centro de cooperação em saúde


01/09/2010
Hospital das Clinicas promove orientação gratuita à população sobre doenças auditivas


31/08/2010
Doação de óvulos na rede pública gera três nascimentos em dois anos


31/08/2010
Saúde vai à Paulista alertar população sobre riscos do cigarro


31/08/2010
Mais Saúde é apresentado a organismos internacionais nos EUA


27/08/2010
Anvisa revê normas para Bancos de Células e Tecidos Germinativos

© 2002-2007 ESS - Editora Suprimentos & Serviços Ltda. Todos os direitos reservados