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FIDI se une à entidades filantrópicas em Brasília em defesa do setor
Por: Máquina Cohn & Wolfe - 28/05/2019

Organizada pelo Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas, a Caravana da Filantropia tem o objetivo de sensibilizar o poder público sobre a importância do trabalho realizado pelo segmento nas áreas de saúde, educação e assistência social

 

São Paulo, 27 de maio de 2019Representantes de entidades filantrópicas de todo o Brasil estarão reunidos em Brasília nos dias 28, 29 e 30 de maio para mais uma edição da Caravana da Filantropia. Organizado pelo Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas - FONIF, o movimento tem o objetivo de promover esclarecimento sobre o setor e dialogar com o poder público a respeito da contribuição da filantropia para a sociedade, além de defender os direitos do segmento. 

A Fundação Instituto de Diagnóstico por Imagem (FIDI), que atua há 30 anos na saúde pública de São Paulo e tem como objetivo prestar assistência à população, é um dos apoiadores da causa e estará em Brasília no período. A instituição realiza 5 milhões de exames por ano e está presente em 85 municípios do País, sendo o maior provedor de exames de diagnósticos por imagem para a área pública. 

A FIDI chega a ser responsável por 100% de determinados exames de diagnósticos por imagem realizados em municípios de São Paulo. Em São Caetano do Sul, por exemplo, representa 100% dos diagnósticos por tomografia e ressonância magnética e, em Itapevi, na região de Osasco, também é responsável por 100% dos exames de ultrassonografia e tomografia. “Nos associamos ao FONIF porque este tipo de parceria está alinhado aos valores da instituição, como humanização e responsabilidade social. Ficamos muito felizes em fazer parte desse movimento”, conta Cristiane Claro, coordenadora de relacionamentos institucionais da FIDI.

“A ideia é apresentar aos parlamentares os dados da pesquisa realizada pelo FONIF que mostram a representatividade do setor filantrópico, bem como os resultados das ações desenvolvidas por suas entidades em todo o Brasil. Com isso, esperamos conquistar maior reconhecimento, além de um olhar mais cuidadoso sobre o nosso segmento, que tanto realiza pelo país”, diz Custódio Pereira, presidente da instituição.

Até agora, mais de 150 pessoas, entre presidentes, líderes e gestores de entidades filantrópicas de norte a sul do Brasil já confirmaram sua participação no movimento esse ano. Interessados em se juntar a esse grupo podem se inscrever gratuitamente na página da Caravana da Filantropia, onde também são encontradas mais informações sobre a iniciativa.  

Principais números da filantropia no Brasil

De acordo com os números consolidados na nova pesquisa do FONIF sobre o setor, a cada R$1,00 investido pelo Estado no segmento filantrópico com as imunidades fiscais, a contrapartida real é de R$7,39.

Na área da saúde, as entidades filantrópicas realizam mais de 260 milhões de procedimentos e são responsáveis por 59% de todas as internações de alta complexidade do Sistema Único de Saúde, isso sem mencionar que 906 municípios brasileiros são atendidos exclusivamente por um hospital filantrópico. 

Na educação não é diferente. Segundo o levantamento, as instituições do segmento somam mais de 2,4 milhões de alunos e corresponde a 15% de todos os estudantes matriculados na educação superior no país. Vale ainda destacar nessa área o aspecto qualitativo, já que essas instituições são reconhecidas pela oferta de uma educação de altíssima qualidade, conforme constatação de rigorosos rankings de avaliação, como ENEM, ENADE e CAPES. 

Na área de assistência social a relevância dos dados é a mesma. Mais de 3,6 milhões de vagas de serviços essenciais de proteção básica são oferecidos pelo setor, incluindo atendimentos de média e alta complexidade, assessoramento e defesa e garantia de direitos. O número equivale a 47% das vagas da rede socioassistencial privada do país. 

Para saber mais e obter dados da pesquisa na íntegra, acesse o site do FONIF: https://materiais.fonif.org.br/atualizacao-pesquisa   

Sobre o FONIF

O FONIF - Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas tem como objetivo institucional o fortalecimento e a defesa de interesses das entidades filantrópicas que atuam no Brasil nas áreas de saúde, educação e assistência social. Constituído legalmente em 2015, o FONIF foi fundado a partir da reunião de 40 mantenedoras das mais importantes e reconhecidas instituições do país, que se uniram para debater os rumos do setor e as alternativas para garantir os direitos e o pleno funcionamento dessas entidades. Uma das principais ações empreendidas pelo FONIF foi a realização da pesquisa “A contrapartida do setor filantrópico para o Brasil”, desenvolvida em parceria com a DOM Strategy Partners entre 2015 e 2016, com uma nova versão lançada em 2019. O estudo aponta que, para cada R$1,00 oferecido pelo Estado como imunidade fiscal às filantrópicas, há um retorno de R$7,39 em benefícios entregues à sociedade. Dados mostram ainda que 80% da população brasileira está em municípios cobertos por serviços de instituições filantrópicas e que o setor emprega cerca de 2,3 milhões de pessoas. Mais informações sobre o FONIF e a pesquisa podem ser obtidas no site da entidade: www.fonif.org.br

Sobre a FIDI

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) existe há mais de 30 anos e é responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde. Fundada em 1985 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI nasceu com o objetivo de prestar assistência à população, além de contribuir para o aprimoramento de médicos radiologistas por meio de programas de educação continuada, bolsas de estudo e cursos de especialização. 

Com 2.500 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos, a FIDI realiza anualmente 5 milhões de exames entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios X e densitometria óssea. Desde 2006, a FIDI deixou de ser Instituto e passou a ser denominada Fundação. Em 2009 ganhou status de Organização Social, expandido sua atuação e hoje está presente em 85 unidades de saúde nos estados de São Paulo e Goiás, além de ter participado da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia.


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