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Movatec é alternativa para os pacientes com artrite reumatóide e osteoartrite
Por: Boehringer/Ketchum Ass. - 15/10/2004
Após o anúncio realizado ontem, pelo laboratório Merck & Co, sobre a retirada do Vioxx do mercado, um dos medicamentos mais prescritos para o tratamento da artrite reumatóide, devido a efeitos colaterais cardiovasculares, milhões de pacientes em todo o mundo terão que reavaliar o seu tratamento, em conjunto com profissionais de saúde. O laboratório Boehringer Ingelheim esclarece que esse fato não tem relação com o antiinflamatório meloxicam (Movatec), produzido pela empresa.

Movatec é um antiinflamatório não-esteróide e inibidor seletivo da COX-2, indicado para o tratamento sintomático da osteoartrite e da artrite reumatóide. Diferenças entre o perfil do meloxicam e o de outros inibidores seletivos da COX-2 são explicadas pelo fato do meloxicam ser estruturalmente diferente dos outros inibidores da COX-2 e atuar com um maior grau de flexibilidade no ápice do canal da COX-2. Movatec tem sido usado por mais de 70 milhões de pacientes, em 100 países no mundo, desde o lançamento em 1995.

O baixo risco de eventos gastrointestinais e cardiovasculares foi confirmado em uma meta-análise de 48 estudos clínicos e observacionais realizados em 117.755 pacientes tratados com o meloxicam e com antiinflamatórios tradicionais. Esta análise demonstrou um perfil favorável de risco gastrointestinal com meloxicam sem indicação de risco adicional na toxicidade global, cardiovascular, renal e hepática, comparado aos antiinflamatórios não seletivos da COX-2.

"Os pacientes devem estar preocupados com a retirada do mercado de um medicamento que tem sido utilizado a algum tempo para tratamento de condições dolorosas. Lamentamos que esta retirada tenha sido necessária, mas gostaríamos de alertar os pacientes que existem alternativas disponíveis, como o Movatec, que continua a ser uma opção terapêutica para milhões de pacientes com osteoartrite e artrite reumatoide em todo o mundo", disse o membro do conselho diretivo da Boehringer Ingelheim, responsável por pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, dr. Andreas Barner, "Considerando as notícias recentes, os pacientes devem consultar seus médicos para discutir as opções terapêuticas disponíveis", concluiu o médico.

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