Enxoval e Uniformes
Por: Redação - Revista HOSP - 11/11/2013

Cuidados que precisam de constante atualização

Atentas à importância do enxoval não só para consolidar a sua imagem, mas também para reduzir custos e índices de contaminação, entidades por todo o País têm investido fortemente em treinamentos que priorizem o melhor processamento dos artigos, atendendo assim às novas determinações da Anvisa, que há pouco mais de um ano publicou a RDC 06/2012, tornando obrigatórios procedimentos antes tidos apenas como recomendados. Apenas para exemplificar, hoje é necessário dispor de máquinas de lavar que separam fisicamente áreas onde são processadas as roupas sujas e limpas, seja no caso de lavanderias internas ou mesmo externas.

Lençóis, fronhas, cobertores, toalhas, colchas, cortinas ou persianas, compressas, campos cirúrgicos, propés, aventais, gorros, entre outros fazem parte dos artigos considerados como de enxoval hospitalar e que devem seguir uma rotina de assepsia ou descarte para prevenir contaminações, segundo a Agência. O manual da Anvisa lembra, por exemplo, que o processamento normal não resulta na eliminação total dos micro-organismos, especialmente em suas formas esporuladas. Consequentemente, as vestimentas que serão utilizadas em procedimentos cirúrgicos ou outros que exijam técnica asséptica, devem ser submetidas à esterilização após a sua lavagem.

São essas e outras indicações que têm levado a uma maior atenção nessa área, em busca da padronização eficaz e de bons resultados nos procedimentos para a assepsia, armazenamento e uso do enxoval.

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